(...)quero o sabor de saber, na prática, que somos feitos para a felicidade. Para a troca. Para a paz. Para a bondade. Para facilitarmos a existência uns dos outros. Para a coragem e a alegria de simplesmente ser.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
E o tal aniversariante?
E Ele chegou ali, na simplicidade, fruto de fé e de amor. Tinha tudo do que necessitava. E necessita-se de tão pouco. Era preciso um lugar, Ele escolheu o mais simples. Era preciso amor, ele foi gerado pelo Próprio. Era preciso descanso, e Ele descansou nos braços da mais pura e abnegada mãe. Só isso era preciso. Não precisavam de árvores enfeitadas, as estrelas já anunciavam. Não era preciso ceias em abundância, nem troca de presentes. Tudo que era preciso era agradecer a Deus por cumprir sua promessa, por ser fiel. Naquela noite o brilho era um bebê, em sua sempre pureza inquebrável, sua brandura intensa, sua esperança de mudar o mundo. E Ele mudou. Dividiu o tempo em antes e depois dele. Se duvidares de tudo a respeito dele, não pode negar que Ele já esteve aqui. E se é chegado o dia de comemorar o aniversário dEle porque Ele nunca é convidado? Porque não se discute o tamanho da pureza que desejará para si, mas demoramo-nos em saber o tamanho da árvore? Porque não presenteamos a nós mesmos com o perdão, mas participamos de troca de presentes com quem tanto desejamos o mal? Porque cartas para o papai Noel com pedidos e não orações de gratidão pelo que se tem? E se Ele nascesse hoje, onde será que escolheria nascer? Será que nasceria em grandes ceias, com árvores de natal, presente embrulhado, comida em excesso? E se Ele chegasse ali alguém teria tempo para Ele? Não estariam ocupados com a roupa nova e fotos para exibicionismo? Mas a festa não deveria ser dEle? E porque não é? Afinal de contas, e o tal do aniversariante? Meu desejo é que aquela pureza, brandura e amabilidade volte a nascer dentro de nós, como naquele dia, na mais terna simplicidade. Só isso. O resto é resto.
domingo, 19 de dezembro de 2010
E de repente alguém chega e diz:
-Estou me sentindo nas nuvens!
Sensação danada de boa essa! Sentir-se leve, ter a alma livre, plena de felicidades simples e poderosas.
Sensação ligada ao amor. Aos carinhos. Às dádivas. Às entregas. Às trocas felizes. Às realizações afetivas.
Parece simples, e deve até ser. Coisa de escolha. Coisa de prioridades. Priorizar o que nos faz sentir sem peso a ponto de flutuar. Atitude. Atitudes amorosas. Amáveis. Acolhedoras. Deve ser simples, sim! Simples feito olhar os desenhos que elas formam no céu. Tem que olhar para o alto com os olhos de criança e acreditar que aquela nuvem é um coelho, e que aquele coelho tem uma cartola, e que dentro da cartola saiu um pombo correio com um bilhete de amor escritinho para mim:
-Estou me sentindo nas nuvens!
Sensação danada de boa essa! Sentir-se leve, ter a alma livre, plena de felicidades simples e poderosas.
Sensação ligada ao amor. Aos carinhos. Às dádivas. Às entregas. Às trocas felizes. Às realizações afetivas.
Parece simples, e deve até ser. Coisa de escolha. Coisa de prioridades. Priorizar o que nos faz sentir sem peso a ponto de flutuar. Atitude. Atitudes amorosas. Amáveis. Acolhedoras. Deve ser simples, sim! Simples feito olhar os desenhos que elas formam no céu. Tem que olhar para o alto com os olhos de criança e acreditar que aquela nuvem é um coelho, e que aquele coelho tem uma cartola, e que dentro da cartola saiu um pombo correio com um bilhete de amor escritinho para mim:
-"Seja feliz a partir de você!"
Alguma coisa acontece em meu coração(Caê)
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Tempo, Tempo, Tempo
Ao meu guru e ao nosso encontro
Na convivência, o tempo não importa.
Se for um minuto,uma hora, uma vida.
O que importa, é o que ficou deste minuto,
desta hora... desta vida...
O que importa, é o que ficou deste minuto,
desta hora... desta vida...
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Começou com um banho frio
terça-feira, 23 de novembro de 2010
bem assim
Eu acredito, (...)
o sonho é meu, (...)
eu acredito,
eu sigo acreditando,
outra vez eu acredito, (...)
eu não paro um segundo de acreditar
porque tudo é vivo
vibra
brilha
O que importa é que Ana era mesmo meio fada.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Quem ama vê miudezas
(...)como se os olhos quisessem segurar a lindeza do instante um bocadinho, o suficiente para levá-lo até o lugar onde o seu sabor nunca mais poderia ser perdido.
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