'Que não dê certo nem dê errado,que dê FELICIDADE, pelo tempo que Deus tem em mãos.Por que ele carrega nossas as esperanças e aponta nossos caminhos.' ...
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
'Que não dê certo nem dê errado,que dê FELICIDADE, pelo tempo que Deus tem em mãos.Por que ele carrega nossas as esperanças e aponta nossos caminhos.' ...
"Não sacrifique o dia de hoje pelo de amanhã. Se você se sente infeliz agora, tome alguma providência agora, pois só na sequência dos agoras é que você existe."
Clarice Lispector - Minhas Queridas
Clarice Lispector - Minhas Queridas
"Se não for hoje, um dia será. Algumas coisas, por mais impossíveis e malucas que pareçam, a gente sabe, bem no fundo, que foram feitas pra um dia dar certo."
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Brindo!
"A vida não tem ensaio
mas tem novas chances
Viva a burilação eterna, a possibilidade
o esmeril dos dissabores!
Abaixo o estéril arrependimento
a duração inútil dos rancores
Um brinde ao que está sempre em nossas mãos:
a vida inédita pela frente
e a virgindade dos dias que virão!"
É preciso saber sentir, mas também saber como deixar de sentir, porque se a experiência é sublime pode tornar-se igualmente perigosa. Aprenda a encantar e a desencantar. Observe, estou lhe ensinando qualquer coisa de precioso: a mágica oposta do "abre-te, Sésamo". Para que um sentimento perca o perfume e deixe de intoxicar-nos, nada há de melhor que expô-lo ao sol.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras coisas.
Normais levantam, reclamam, vestem, irritam-se, xingam
e cumprimentam sempre da mesma forma.
Dão as mesmas respostas para os mesmos problemas.
Tem o mesmo humor no serviço e em casa.
Petrificam sorrisos no rosto, dão presentes sempre nas mesmas datas.
Enfim, tem uma vida estafante e previsível. Fonte para vazios e enfados.
Normais não surpreendem, não encantam.
Deus, livra-me dos normais!
domingo, 7 de novembro de 2010
E olhando fora de si, pressentia avisos, seculares avisos de sangue de que o que o esperava não tardaria. A isso chamava, amável, de uma esperança. Em nenhum momento permitiria a si mesmo duvidar da concretização das esperanças, do que chamava esperanças.
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