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quarta-feira, 21 de março de 2012

Que eu aprenda a rebater as vontades com verdades



Há um pedaço de pureza que não foi mexido

Que cada dia seja um novo amanhecer
Que cada dia eu tenha cor diferente no céu e no meu rosto
Que cada dia me dê uma escolha melhor na Terra
Um sorriso a mais na minha vida...
mesmo com tanta dor no peito, meu Deus
Coloque Suas mãos na minha testa e envia Tua luz 
Pra que eu possa sempre me levantar, agradecer e sorrir

'Eu sei que Alguém não tão longe me observa feliz'



Arrasta um ponto final até virar linha reta. Desdobra uma palavra pra esticar o momento, a vontade é dos agoras. Faz desabrochar algumas estrelas apagadas no peito só pra ter a sensação de iluminância na ponta do nariz e irrigar esse azul escuro de noite com pontos de brilho de pensamentos que clareiam o caminho. Escava com as próprias mãos um buraco pra jogar sementes de um futuro verde e rosa. Esperança e amor. É o que a move, o que gira e faz girar nos dias. Perdeu uma ponta de estrela da sua varinha-guia no meio da guerra. Pegou um vagalume e sentou o bichinho no lugar pra continuar brilhando. Lembra, 'todo sopro que apaga uma chama reacende oque for pra ficar'. Suspira e acredita. Mais uma vez e sempre. De um pulo, pega o azul do céu com a mão direita, faz um tapete na sua frente e vai. Caminhando no meio do azul e soltando dos bolsos uma nova semente. Amarelas que nem ouro. São de coragem.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Amor é pros desesperados, desavisados, 
católicos, gregos, romanos, românticos e abusados... Igual a gente!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Enquanto o destino brinca

 Carrega nas mãos o desejo da alma e conserva na fronte a benção. É movida pela fé. Cambaleia. Ao levantar, ora e agradece.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Há tanto amor guardado na paciência.

domingo, 18 de setembro de 2011


(...)não estou parada. Estou mandando amor de uma forma diferente.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011



E a vida sempre estende a mão pra quem ciranda com ela. 

domingo, 7 de agosto de 2011


Me sentia imensamente bem.
Mas acho que não era de felicidade
Era esperança

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Há mais perigos dentro do que fora de mim, é sempre esse mistério, o dentro de cada um. E suponho que assim sempre será. Sempre inacabada, pra sempre ter essa outra parte que me chama. Me sacode e me faz erguer a vida num chute ou então costurá-la àqueles pedaços rasgados. Dando ponto aqui pra fechá-lo mais adiante. Vou sempre descalça, pisando com leveza, olhando com cuidado.

Permiti o choro para poder fluir, não que soubesse que isso realmente aconteceria. Mas para sentir que alguém me ouviria. As coisas são como estão e não há choro que mude isso. Aliás, desconheço qualquer forma rápida de cura. É preciso consciência das coisas, viver é trabalhoso e muitas vezes me atrapalho toda. É um choro que dura alguns minutos, eu me rendo a ele. É aprendizado, lembrança. Nuvens sempre passam, momentos chuvosos também. É pensamento divino.

Na verdade era só um acordar da alma. Não acredito em botões mágicos nem em choros revitalizantes. Eu acredito em fé, em vontade de mudar, de crescer, de fazer de novo ou de fazer-se novo.
  

domingo, 29 de maio de 2011

Não tarda 22


Era uma menina. Uma menina e muita brincadeira. Uma menina e vários cachorros. Uma menina de brincadeira na rua e pé de mangueira no quintal. De corrida de rolemã e desenho com tijolo na rua. Uma menina de manga verde em cima do telhado. Era uma moça. Uma moça de fantasia. Uma moça de contos e cartilha de família. Era uma moça. Era uma mulher. Uma mulher de coisa simples. Coisa de escolha. Era uma mulher de cartola. Era uma mulher de chapéu. Era uma mulher com muita coisa dentro do chapéu. Era uma mulher com um chapéu de mágico, igual uma cartola. De onde tirava um coelho, um pombo e um bilhete:
 -Vá ser feliz. Vá ser muito feliz!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Crianças afegãs vítimas de violência sexual.


Suspeito que Deus tenha um carinho especial pelos que

apesar de tudo, apesar de tudo aprenderam a sorrir.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

E hoje apesar de todos os dragões,
resolvi terminar o dia cantando.


É que crescer custa um tanto de paciência. Na verdade, bem muita. Chega um momento que até nossas contradições são coerentes. E amor vira sentimento de respeito, desses que tudo e todos que a gente ama, ama-se para sempre, de muitas formas, mas segue amando. Não é ficar velho, é amadurecer. É não ter vergonha das nossas escolhas. É se importar mais com a gente do que com o resto do mundo.
Tem um momento na vida que todo mundo escolhe coisas que as deixam mais feliz, escolhe viver e conviver  mais com as pessoas que amamos e que nos amam também, da maneira como podem. Tem uma hora na vida, que a gente cresce e quer ser criança de novo. Tem uma hora na vida, que a gente cresce e escolhe ser a gente mesmo. Eu gosto desse eu-lugar. Descobri-me um paraiso para morar. É pra lá que tou indo agora.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Nunca uma palavra, só gesto

Reinventar.
E o somatório de tudo é graça, alívio e riso solto.



 

sábado, 29 de janeiro de 2011



Todo dia começa uma história diferente. Pra todo mundo. Gosto de pensar assim. Um novo ciclo de vida. Um novo dia. Uma outra oportunidade diferente da de ontem, daquela que não deu muito certo. Sorrir ajuda. Sorrir porque sim. Sins são janelas coloridas abertas pro mar. Só de pensar a gente fecha o olho e...sorri.

Quanto tempo a gente espera pra ouvir a palavra certa. Uma palavra só. Mas não um palavrão, só a grande palavra o 'sim'. A vontade de tudo querer que aconteça. O desejo maior que tudo de alcançar qualquer coisa boa. De tudo planejar e concretizar, sim. De tudo adorar e esperar a hora de amar um dia assim.

A gente se arrisca porque gosta de chorar de vez em quando. E se arrisca mais forte ainda porque gosta de sorrir também, digo eu, que não gosto (nem um pouco) do verbo prender. Prender o riso. Prender o choro. Prender o grito. Prender o verbo. Faz a gente deixar de ser, a gente. Prefiro dar. Entregar. Partilhar. Entrelaçar.

Viver mais um dia com o coração fora do peito. Viver todos os dias com a (in)consciência do risco de tudo. De deixar tudo. De perder. Mas de tudo poder ganhar um pouco. Vale a pena viver sem medo. Guiada por uma estrela igual naquela história do reis magos, levada até lá, por um caminho qualquer.

E quando a gente se surpreende com ele, o  não, uma música é um bom refúgio.Ou um silêncio por dentro. Uma conversa com Deus. Deixar entrar as palavras boas, os pensamentos bons, acendem uma luz a mais no coração, sabia? Te dá mais um ano de vida feliz.

Viver apaixonada por uma causa, por um sonho. Desapaixonar-se dos medos. Dos nãos que secam a alegria de viver. Alimentar-se de memórias deliciosas e conversas entre você e suas saudades. Dessas que ninguém pode tirá-las de ti. Apaixonar-se por um sorriso. Por alguém. Por uma ideia louca que você pode ser na vida de alguém. Apaixonar-se por você.

Não faz mal se chorar  muitas ou algumas vezes. Chorar sempre faz chover, penso assim. E chover, sempre faz nascer. Ta vendo? No fim tudo volta a ser começo. Fica sempre tudo bem, meu bem. Sempre.

Descobrimos com o tempo que as palavras mais comuns são as mais deliciosas de serem ouvidas. Às vezes dificílimas de serem ditas. Descobrimos com o tempo que afinal pouco é muito.

Não sei se sou  mais otimista do que as outras pessoas, mas sei que sou. Não sei se quero mais e com mais força o que quero do que as outras pessoas, mas sei que só sei ser assim. Não sei se sou mais ou se sou menos, se sou igual ou se sou diferente.

Sei que sou assim, de bem com a vida. Nem sempre, mas hoje sim. 


domingo, 7 de novembro de 2010


..'Mas não há preocupação por dentro. Uma força maior age e move o que me é precioso. Não sei se fé, amor em demasia ou meu anjo da guarda é encantado por mim... Meu coração é de diamante. Resiste esperançoso, sereno e confiante. Uma paz me move, essa linguagem de sinais sem códigos.'