E contrariamente ao que pensam
os amantes inexperientes,
fazer carinho com as palavras
não é ficar repetindo o tempo todo:
"Eu te amo, eu te amo..."
Barthes advertia:
‘Passada a primeira confissão,
'eu te amo\' não quer dizer mais nada.'
É na conversa
que o nosso verdadeiro corpo se mostra,
não em sua nudez anatômica,
mas em sua nudez poética.

