quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Malas prontas
Despeço-me sem pesares. Das resoluções, quero mais presenças. E flores na varanda. No mais, paz. Faz alguns dias descobri que solidão é não amar. Dos silêncios tenho pausas longas, intermináveis. Pausa é tempo. Silêncio também compõe música.
Sigo, não sei quando vou voltar, não sei se vou voltar.Aos que borboletam esse jardim, deixo um bilhete: Cada novo dia é um milagre de graça, uma taça de prazer que deve ser bebida até o fim, sem deixar para amanhã. - “Tempus Fugit”! - Portanto, carpe diem - colha o que se inicia como quem colhe uma flor que nunca mais se repetirá.
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"E não se esqueça de trazer força e magia
O sonho, a fantasia
E a alegria de viver"(Toquinho)