(...)seu domínio invencível, seu amor impávido, e se assustou com a suspeita tardia de que é a vida, mais que a morte, não tem limites.
domingo, 30 de outubro de 2011
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Gabriel García Márquez,
O Amor nos Tempos do Cólera
Alguns pensamentos são preces.
Há momentos em que, qualquer que seja a
posição do corpo a alma está de joelhos
Há momentos em que, qualquer que seja a
posição do corpo a alma está de joelhos
Mais uma vez o tempo me assusta.
Passa afobado pelo meu dia,
atropela minha hora,
despreza minha agenda.
Corre prepotente,
para disputar lugar com o vento.
O tempo envelhece, não se emenda.
Deveria haver algum decreto
que obrigasse o tempo a desacelerar
e a respeitar meu projeto.
Só assim, eu daria conta dos livros
que vão se empilhando,
das melodias que estão me aguardando;
Das saudades que venho sentindo,
Das verdades que ando mentindo,
Das promessas que venho esquecendo,
Dos impulsos que sigo contendo,
Dos prazeres que chegam partindo,
Dos receios que partem voltando.
Agora, que redijo a página final,
Percebo o tanto de caminho percorrido
Ao impulso da hora que vai me acelerando.
Apesar do tempo, e sua pressa desleal,
Agradeço a Deus por ter vivido,
amanhecer e continuar teimando...
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Não era Capitu, mas tinha olhos de ressaca
De ter esperança
De um dia ser tudo o que quer
Enquanto escrevo isto, me ocorre que a peculiaridade da maioria das coisas que consideramos frágeis é o modo como elas são, na verdade, fortes. Havia truques que fazíamos com ovos, quando crianças, para demonstrar que eles são, apesar de não nos darmos conta disso, pequenos salões de mármore capazes de suportar grandes pressões, e muitos dizem que o bater de asas de uma borboleta no lugar certo pode criar um furacão do outro lado de um oceano. Corações podem ser partidos, mas o coração é o mais forte dos músculos, capaz de pulsar durante toda a vida, setenta vezes por minuto, e não falhar quase nunca. Até os sonhos, que são as coisas mais intangíveis e delicadas, podem se mostrar incrivelmente difíceis de matar.
Meu coração vagabundo
Quer guardar o mundo
Em mim
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
... a esperança é o sentimento que embala o brinquedo de nossas emoções.(...) Acredita no que não se deve acreditar e às vezes acerta.(...) Sem vícios, não faz acordo com o pessimismo, não recorda o que quebrou. Apenas aguarda o que há por vir.
Reinventa, mesmo depois de estilhaços dolorosos que cortaram em algum tempo, o tempo de sorriso.(...) Sabe que a beleza da vida se compreende quando os pés sangram e os olhos iluminam porque enxergam para além da dor.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
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